Duas empresas da área de saúde foram condenadas a indenizar em R$ 20 mil uma criança por falhas na realização do chamado “teste da linguinha”.
A decisão foi mantida pela Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Amazonas.
O caso envolve uma criança que nasceu em 2020 e apresentou dificuldades para mamar, com perda constante de peso.
Segundo a família, o exame não foi realizado antes da alta hospitalar, mesmo após a identificação dos problemas na amamentação.
As empresas deverão pagar a indenização de forma solidária.
O Tribunal considerou que não houve comprovação da realização do exame, obrigatório para recém-nascidos desde 2014.
Segundo a decisão, a falta do teste contribuiu para complicações que exigiram, posteriormente, cirurgia corretiva.