Uma força-tarefa nacional vai investigar empresas suspeitas de demitir ou perseguir trabalhadores por questões políticas após as eleições de 2026.
A iniciativa reúne o Ministério do Trabalho e Emprego, a Justiça do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho, com prioridade para a apuração das denúncias em todo o país.
Em apenas três dias após a votação, o Ministério Público do Trabalho recebeu mais de 1.140 denúncias de violações à liberdade política nas relações de trabalho.
Entre as medidas previstas estão a reintegração de trabalhadores demitidos por discriminação, a responsabilização dos empregadores e a criação de uma lista de empresas com casos comprovados de assédio eleitoral.
A prática é proibida por lei e pode resultar em indenizações, multas e restrições a empréstimos e financiamentos em instituições financeiras oficiais.