A Polícia Federal inaugura laboratório que vai permitir identificar a origem do ouro extraído no Brasil. A tecnologia deve reforçar o combate ao garimpo ilegal e a outros crimes ambientais, principalmente na Amazônia.
A estrutura foi inaugurada nesta terça-feira (3), em Brasília, e utiliza análises químicas e isotópicas para identificar características do minério e comparar o ouro apreendido com amostras de jazidas brasileiras.
Com isso, os peritos poderão identificar a possível procedência do material e verificar se a origem informada nos documentos corresponde à realidade, ajudando a descobrir fraudes na comercialização e crimes de lavagem de ouro.
O laboratório integra o Programa Ouro Alvo, financiado pelo Fundo Amazônia, e faz parte do Plano Amazônia: Segurança e Soberania, o AMAS.
O plano conta com R$ 318 milhões para fortalecer ações de inteligência, investigação e fiscalização nos nove estados da Amazônia Legal.
Desse total, R$ 49,7 milhões e foram destinados à área de tecnologia e rastreamento da origem do ouro.