A Associação Comercial do Amazonas (ACA) exige mais transparência sobre critérios e cálculo de valores da cobrança da chamada "taxa da seca" que já começou a ser cobrada por empresas de navegação no Amazonas, que argumentam dificuldades de navegabilidade por conta da vazante dos rios.
Em entrevista à BandNews Difusora, o presidente da ACA, Bruno Pinheiro, confirmou que a entidade voltou a acionar a Antaq após identificar cobranças de cargas que ultrapassam os R$ 18 mil reais por contêiner. Isso ocorre antes de o nível do rio Negro chegar na cota estabelecida para permissão de cobrança, que é de 17,70 metros.
Confira a entrevista completa:
Presidente da ACA cobra transparência sobre critérios para cobrança da "taxa da seca" e valores praticados