O El Niño pode registrar uma das maiores intensidades desde 1950 com reflexos na economia e na redução significativa de chuvas na Amazônia.
A probabilidade de o fenômeno atingir a categoria "muito forte" entre novembro deste ano e janeiro de 2027 chegou a 63%, segundo o Centro de Previsão Climática dos Estados Unidos.
Se a previsão se confirmar, os impactos podem ir além das mudanças no clima.
No Brasil, os principais reflexos são esperados na produção de alimentos, no setor de energia, nos seguros e nos gastos públicos com desastres principalmente na região Norte, devido aos desafios logísticos.
A previsão de um super El Nino já preocupa as autoridades no Amazonas e Acre que já mobilizam a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e outros órgãos que devem auxiliar com ações de prevenção e socorro à população.