Municípios do Amazonas e do Pará voltam a registrar alguns dos piores índices de qualidade do ar do Brasil, com níveis considerados péssimos para a saúde.
Os dados são do aplicativo Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva) e consideram a concentração de material particulado fino presente no ar, conhecido como PM2.5.
No Pará, Oriximiná registra 144,5 e Belterra, 134,1. No Amazonas, Parintins chega a 134 e Maués, a 126, na classificação péssima.
Outros municípios amazonenses apresentam qualidade do ar muito ruim, como Maués, com 115,8; Nhamundá, com 95,6; Itapiranga, com 92,9; Urucurituba, com 76,4; e Urucará, com 76.
Já Iranduba registra 68,4, Barreirinha, 69, e Silves, 61, índices classificados como ruins.
A capital Manaus registra qualidade moderada.
O PM2.5 são as partículas microscópicas presentes na fumaça de queimadas e outras fontes de poluição, capazes de penetrar profundamente nos pulmões e até atingir a corrente sanguínea, aumentando os riscos de problemas respiratórios e cardiovasculares.