A passagem da estrela pop Shakira pelo Rio de Janeiro deixou claro duas situações.
A colombiana já escreveu o nome na história da música internacional, com uma identidade latina explícita e uma carreira viva e longeva de mais de 30 anos.
Por outro lado, a mídia brasileira insiste em se manifestar de maneira provinciana, machista e mesquinha. Uma clara demonstração de identificação com o agressor - fenômeno em que o agredido (vítima) repete, imita ou adota comportamentos, valores e agressividade do agressor.
Teremos cura?