A seca no Amazonas pode se prolongar até março de 2027 devido à atuação de um El Niño de forte intensidade.
O alerta divulgado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) aponta que a região deve enfrentar chuvas irregulares, temperaturas acima da média e redução da disponibilidade de água entre o fim de 2026 e o início do próximo ano.
O estado deve enfrentar déficits hídricos mais severos com efeitos sobre os rios.
O agravamento pode dificultar o abastecimento de água, prejudicar a navegação e ampliar o isolamento de comunidades ribeirinhas. Em muitos municípios amazonenses, os rios são as principais vias utilizadas para transportar alimentos, medicamentos, combustíveis e equipes de saúde.