Investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF) apontam a participação de facções criminosas, milícias e empresários no financiamento do garimpo ilegal no Brasil.
Segundo o MPF, grupos como PCC e Comando Vermelho atuam de diferentes formas em áreas de exploração de ouro, principalmente na Amazônia.
A PF também identificou empresários que utilizariam aeronaves, empresas de fachada e estruturas financeiras para sustentar a atividade e dar aparência legal ao ouro extraído ilegalmente.
A polícia afirma que passou a rastrear o dinheiro dos crimes ambientais para identificar e bloquear os financiadores.
Na Amazônia, a intensificação da fiscalização reduziu o garimpo em áreas como a Terra Yanomami, em Roraima, mas a atividade migrou para regiões com menor presença das autoridades como Amapá, sul do Amazonas e sudoeste do Pará.