Projeto de Bototerapia pede apoio para continuar atividades

Projeto de Bototerapia pede apoio para continuar atividades

Reportagem: Cindy Lopes / Narração: Ricardo Chaves

Benefícios como a melhoria da qualidade de vida fazem parte do desenvolvimento de mais de 50 crianças e adolescentes com deficiência do Abrigo Moacyr Alves atendidas pelo Projeto Bototerapia.

O problema é que desde novembro do ano passado, as atividades estão suspensas devido ao período de chuvas na região e aos gastos com o transporte fluvial.

(Foto: Diogo Lagroteria/Divulgação)

As sessões, que unem Yoga Rolfing (RÔUFIN) e Botos da Amazônia, ocorriam uma vez por mês na Praia Amigos do Boto, nas proximidades da Vila de São Tomé, e no Flutuante Boto Amazônico, próximo a Acajatuba. Os dois locais precisam de uma travessia no rio, que custa em média mil reais por viagem.

A bototerapia é desenvolvida de forma voluntária pelo fisioterapeuta, Igor Simões de Andrade. Ele explica que o método proporciona uma maior integração com a natureza e a melhoria da qualidade de vida. (Ouça)

Apesar de, atualmente, o projeto ser voltado para as crianças do abrigo, antes, era aberto para todas as crianças com deficiência. Uma delas, é a Glenda Gabriela, de 14 anos, que faz a bototerapia há 10 anos. A paciente é acompanhada pela mãe, a fisioterapeuta Jéssica Neves. (Ouça)

Igor Simões fala que busca parcerias para dar continuidade ao projeto. (Ouça)

O Abrigo Moacyr Alves presta serviço social especial de alta complexidade com o acolhimento institucional temporário e de longa permanência, para crianças, adolescentes deficientes físicos ou neorológicos, e para aqueles que se tornaram adultos dentro da instituição e não têm para onde ir.