A economia do Amazonas cresce em 2026, porém, quase 88% das famílias de Manaus estão endividadas, e quase metade tem contas em atraso.
Os índices, mesmo que altos e preocupantes, estão em decadência. O presidente da Fecomércio Amazonas, Aderson Frota, explica como o comércio lida com o fenômeno:
O presidente também aponta que, apesar da inadimplência das famílias e das dificuldades enfrentadas, ainda existe outro fenômeno natural que, neste ano, deverá mexer com a economia local.
Aderson Frota ressalta ainda que independentemente dos dias de atraso e do recebimento ou não das mercadorias, o comércio tem uma função obrigatória: de recolher impostos em cima de curtos prazos, principalmente em 30 dias.
Ou seja, a economia do Amazonas pode sofrer muitas mudanças em 2026.
Até o momento, um levantamento da Fecomércio Amazonas mostra que o estado já soma mais de 860 mil empresas ativas, e dessas, quase 87% são impulsionadas pelos setores de comércio e serviços.
Entre fevereiro e março, a pesquisa mostrou que o número de empresas cresceu quase 1%, ou seja, em dois meses o ritmo do empreendedorismo local acendeu também.
O alerta de especialistas, diante dos dados, é manter o equilíbrio entre consumo consciente e planejamento financeiro.