Uma ação do Ministério Público questiona a falta de licença ambiental para o funcionamento do cemitério Municipal Nossa Senhora Aparecida, na zona Oeste de Manaus.
O cemitério ficou mundialmente conhecido no período mais crítico da Covid-19 quando vítimas mortas foram enterradas em valas comuns em 2020.
O órgão menciona que o episódio também pode ter contribuído para intensificar a infiltração de substâncias contaminantes no solo.
A ação, assinada pela promotora de Justiça Lilian Maria Pires Stone, pede que a prefeitura apresente, no prazo de 30 dias, o comprovante de solicitação do licenciamento ambiental.