Manaus

Domingo, 28 de junho de 2026

28/06/2026 · 29°C

29°C - Parcialmente nublado

Cultura

Caprichoso leva à Arena valorização da Amazônia, dos povos originários e encanta com lenda do Curupira

No segundo ato, intitulado “O Brinquedo Ancestral Canta: Amazônia - O Chão da Vida”, o touro negro apresentou a floresta como um território protegido por seres encantados, guardiões e saberes tradicionais.

Por Redação 28/06/2026 09:59 - há 4 horas Atualizado em 28/06/2026 10:31 - há 4 horas
Caprichoso leva à Arena valorização da Amazônia, dos povos originários e encanta com lenda do Curupira

O Caprichoso levou à arena, na segunda noite do Festival, nesse sábado (27), um espetáculo destacando a valorização da Amazônia, dos povos originários e da ancestralidade.

Midia da materia

No segundo ato, intitulado “O Brinquedo Ancestral Canta: Amazônia - O Chão da Vida”, o touro negro apresentou a floresta como um território protegido por seres encantados, guardiões e saberes tradicionais.

O bumbá enfatizou a relação entre natureza, espiritualidade e identidade amazônica. O espetáculo também retratou conflitos históricos enfrentados por comunidades indígenas, ribeirinhas e populações tradicionais.

O destaque da noite foi a Lenda Amazônica "Curupira – O Guardião da Vida", criada pelo artista Roberto Reis. A alegoria apresentou o encantado como protetor da floresta, dos animais e do equilíbrio da natureza. Durante a evolução, a cunhã-poranga Marciele Albuquerque surgiu da estrutura alegórica.

Midia da materia

O Ritual Indígena "Transcendência Asurini – Maraká" também encantou o público. Desenvolvido na alegoria assinada por Kennedy Prata, teve como destaque o pajé do Caprichoso, Erick Beltrão.

Midia da materia

Na arena, o ritual simbolizou a sabedoria ancestral dos povos indígenas e a conexão entre floresta, espiritualidade e coletividade.

A Figura Típica Regional "Os Pescadores e Pescadoras da Amazônia", desenvolvida pelos artistas Márcio Gonçalves e Nildo Costa, também integrou o espetáculo. A encenação homenageou homens e mulheres que fazem dos rios seu modo de vida, representando o pescador como guardião das águas.

Em um dos momentos de emoção na Arena, o compositor Ronaldo Barbosa foi homenageado em um dos versos do amo Caetano Medeiros. Barbosa teve sua trajetória como autor de grandes hits e chorou emocionado.

Midia da materia

FOTOS: Mauro Neto e Tiago Correa/Secom