Um estudo publicado em fórum de virologia afirma haver três sublinhagens da variante Gamma, antes chamada de P.1 e identificada no Amazonas.

As mutações são decorrentes, principalmente, de um alto nível de contágio e já são responsáveis pela maioria dos casos registrados no estado.

Foto: Reprodução/The National Institutes of Heal
A Variante Gamma, antes chamada de P.1, se tornou prevalente, com 100% dos casos no AM. Foto: Reprodução/The National Institutes of Heal

Especialistas dizem que essas variantes acendem alerta, mas não significam que pode haver um novo colapso.

O Amazonas apresenta estabilidade no número de casos e os cientistas dizem que não é possível saber como as mutações irão se comportar daqui para frete.

Uma das mutações é semelhante à da variante Delta, descoberta pela primeira vez na Índia e que está associada a mais transmissão e possibilidade de mais hospitalizações no Reino Unido.

Diante da evolução do vírus e do grande número de achados dessas sublinhagens no Amazonas, especialistas alertam que há risco de aumento na transmissibilidade do SARS-CoV-2.

O vírus faz o possível para se adaptar e se reproduzir. A variante Gamma foi uma das causadoras do colapso da saúde no Amazonas em janeiro e se tornou prevalente, com 100% dos casos. Ouça a reportagem na íntegra:

Reportagem: João Felipe Serrão
Foto: Reprodução/The National Institutes of Heal

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