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Dia do Repórter: Brasil tem aumento de casos de violência e censura contra profissionais do jornalismo

Reportagem: Victor Litaiff. 

A função de repórter requer coragem. Dados do Relatório Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil, da Federação Nacional dos Jornalistas, a FENAJ, apontam que houve um crescimento de 133% nas ocorrências de ameaça, hostilização e intimidação, aos profissionais da imprensa.

Além da violência, a censura da classe muitas vezes ameaça o trabalho dos jornalistas que ainda convivem com uma rotina de normalização da violência.

Um dos exemplos de violência no Amazonas, que ganhou repercussão internacional, é o caso do jornalista Dom Phillips, que foi assassinado em junho de 2022 quando fazia cobertura no Vale do Javari para a produção de um livro. O caso ainda está em julgamento.

A Jornalista Ivina Garcia conta que já sofreu violência e censura ao exercer a profissão.(Ouça)

O Sociológo e professor da Universidade Federal do Amazonas, Marcelo Serafico, fala que é fundamental a imprensa livre e sem censura para o bem-estar de uma sociedade.(Ouça)

Wilson Reis, Presidente do Síndicato dos Jornalistas do Amazonas, comenta os ataques à imprensa e o posicionamento no enfrentamento a essas ocorrências.(Ouça)

Só em 2022 foram registrados 376 casos de agressões a jornalistas e veículos de comunicação no Brasil.

De acordo com o art. 5 da Constituição Federal, a liberdade de imprensa garante que jornalistas possam investigar e publicar informações livremente, possibilitando o acesso à informação para repassar ao povo.

Além de liberdade, é direito do cidadão ter acesso às informações, sendo fundamental um profissional coerente e comprometido com o fato.

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