por Victor Litaiff

A campanha possui um conjunto de atividades com foco na prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV.

Na capital amazonense, em 2022 foram registrados 1.848 casos novos de HIV e 546 casos de Aids.

Entre janeiro a novembro deste ano, no Amazonas o número de pessoas infectadas de HIV chegou a 1.787 novos casos.

HIV e aids não são sinônimos, o Vírus da Imunodeficiência Humana é o vírus causador da AIDS, que ataca células específicas do sistema imunológico, responsáveis por defender o organismo contra doenças.

Ao contrário de outros vírus, como o da gripe, o corpo humano não consegue se livrar do HIV. Ter HIV não significa que a pessoa desenvolverá aids; porém, uma vez infectada, a pessoa viverá com o HIV durante toda sua vida, como explica o infectologista Antonio Magela: (Ouça)

Ele explica que o HIV abre caminho para outras doenças que podem acarretar o agravamento do paciente. (Ouça)

O dezembro vermelho tem o objetivo de alertar e conscientizar a população sobre formas de contágio e tratamento destas doenças, além da maneira de ver as pessoas que adquiriram o vírus, como explica o Dr. Antonio Magela. (Ouça)

A Secretaria de Estado e Saúde do Amazonas (SES-AM) iniciou a campanha do Dezembro Vermelho e durante o mês serão desenvolvidas ações de saúde de prevenção e combate ao HIV/Aids.

De acordo com os dados do Ministério da Saúde o Amazonas lidera o número de pessoas vivendo com HIV/Aids no país, a taxa de incidência no Amazonas é de 28,7 casos por 100 mil habitantes.

Os principais sintomas da doença na fase inicial mais comum são: febre, diarreia, suores noturnos, cansaço persistente, perda de peso não intencional e falta de ar.

Caso sinta alguns desses sintomas, procure uma Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência.

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