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Denunciado por agressão e ameaça contra Yara Lins, Ari Moutinho é afastado do TCE

por Clara Toledo Serafini

Ari Moutinho. Foto: Reprodução/Internet

O conselheiro do Tribunal de Contas do Amazonas, Ari Moutinho, foi afastado nesta quinta-feira (26) por misoginia e está impedido de entrar na corte de contas. A decisão, publicada no Diário Oficial, foi dada em uma Representação Administrativa Disciplinar apresentada pela presidente eleita, conselheira Yara Lins.

Como Moutinho é o corregedor-geral, a representação ficou sob análise do conselheiro mais antigo em exercício, Júlio Pinheiro, conforme previsto pelo Regimento Interno do TCE, e foi submetida a 2ª Câmara.

Conforme a decisão, o afastamento é preventivo e Moutinho permanecerá afastado do cargo pelo período em que durar o trâmite do processo administrativo.

A conselheira Yara Lins denunciou Ari Moutinho por agressão verbal e ameaças contra ela no dia da eleição para a nova diretoria do TCE (3 de outubro). A conselheira chegou a registrar um boletim de ocorrência na Delegacia Geral.

O caso também chegou a ser denunciado ao STF (Supremo Tribunal Federal) e à Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados.

Em nota, Ari Moutinho negou todos os atos.

Uma nota foi divulgada ainda na noite dessa quinta-feira pelo atual presidente do TCE, Érico Desterro.

A mensagem diz que não houve decisão colegiada a respeito do possível afastamento de qualquer membro da Corte de Contas do Amazonas.

A publicação feita no Diário Oficial do TCE-AM diz respeito a uma decisão monocrática de um conselheiro, que atua em substituição ao corregedor, e que não foi aprovada pelo colegiado do Tribunal Pleno.

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