Após três meses em alta, o setor de serviços tem queda em agosto na comparação com julho, no Amazonas. Apesar do resultado negativo em agosto de 2021, o volume de serviços cresceu 13,2%, na comparação com o mesmo mês de 2020.

Crise econômica afeta setor de serviços no Amazonas, aponta IBGE

Após três meses em alta, o setor de serviços tem queda em agosto na comparação com julho, no Amazonas. Apesar do resultado negativo em agosto de 2021, o volume de serviços cresceu 13,2%, na comparação com o mesmo mês de 2020.

No acumulado do ano, que é o período de janeiro a agosto, os serviços registraram 14,8% de avanço, e 10% no índice acumulado dos últimos 12 meses, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Após três meses em alta, o setor de serviços tem queda em agosto na comparação com julho, no Amazonas. Apesar do resultado negativo em agosto de 2021, o volume de serviços cresceu 13,2%, na comparação com o mesmo mês de 2020.

Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nessa quinta-feira (14), pelo IBGE. O divulgador de informações do IBGE, Adjalma Jaques, afirma que os números do setor preocupam. (ouça)

O setor de serviços, conhecido também por setor terciário, abrange diversas atividades que vão desde o comércio de mercadorias à administração pública, passando por transportes, atividades financeiras e imobiliárias, serviços a empresas ou pessoais, educação e saúde.

Adjalma destaca que a instabilidade econômica que o país atravessa é crucial para a retração do setor de serviços. (ouça)

A queda de 2,5% no volume de serviços do mês de agosto frente a julho, posicionou o setor de serviços do Amazonas na 23ª posição entre os demais estados, ou seja, entre as maiores quedas.

As maiores quedas foram observadas em Roraima, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Os melhores resultados foram de Sergipe, Rio Grande do Sul e Alagoas.

Reportagem: João Felipe Serrão
Foto: Reprodução/Agência Brasil