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Constituição Indígena é combate à marginalização de aldeias, afirma Weber

por Clara Toledo Serafini

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, afirma que a Constituição Federal em língua indígena é uma forma de combater a marginalização das aldeias ao contribuir para que os nativos entendam as leis que regem o País.

Para Weber também é uma forma de preservar línguas indígenas que estão se perdendo ao longo dos séculos. Ela falou nesta quarta-feira (19) no evento de lançamento da CF Indígena em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, cidade mais indígena do Brasil, onde 90% da sua população é de povos originários.

A tradução foi feita por indígenas bilíngues da região do Alto Rio Negro e Médio Tapajós, na língua Nheengatu, conhecida como o tupi moderno.

A iniciativa visa promover os direitos dos povos indígenas no marco da Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032) das Nações Unidas.

Da redação.

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