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Pesquisadores criam algoritmo capaz de projetar futuro da Floresta Amazônica

por Clara Toledo Serafini

 

Reportagem: Eros de Sousa

Um algoritmo que pode projetar o futuro da vegetação na Amazônia é desenvolvido pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O algoritmo foi apelidado de CAETÊ, que na língua tupi-guarani significa “mata virgem”. Ele simula fenômenos da natureza com equações matemáticas, alimentadas por dados de condições ambientais, como chuva, incidência solar e níveis de gás carbônico (CO2) na atmosfera.

Essas simulações permitem chegar à quantidade de carbono que a floresta pode armazenar e em qual ponto a vegetação nativa não se recupera mais, o chamado ponto de inflexão.

A primeira autora do artigo, Bianca Fazio Rius, explicou que o algoritmo ajudará a entender o funcionamento da vegetação na Amazônia e a relação dela com as mudanças climáticas. (Ouça)

A pesquisadora também explicou que o estudo ajuda a entender os prejuízos às comunidades que vivem na floresta amazônica em caso de perda da vegetação. (Ouça)

Como reflexo do desmatamento, da degradação vegetal e do aquecimento global, a floresta a capacidade de absorver CO2.

Esses tipos de algoritmos ajudam na projeção da vegetação da floresta amazônica sob condições climáticas pensadas para o futuro, analisando a absorção de CO2 da atmosfera.

É nesse sentido que o estudo adquire ainda amais importância.

O Brasil assumiu durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26) o compromisso de reduzir em 50% as emissões de carbono do país até 2030 e zerar o desmatamento até 2050.

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