O processo de dragagem no Amazonas deve iniciar nos próximos 60 dias.

A previsão é do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes-DNIT.

O prazo é superior ao início dos efeitos da estiagem, que serão antecipados em 30 dias, conforme previsão da Defesa Civil Estadual.

O serviço de dragagem visa garantir a navegabilidade dos rios durante a estiagem. A medida é preventiva e uma resposta à previsão de seca severa que deve ser igual ou pior a que afetou a região dos rios Amazonas e Solimões, em 2023, causando sérios transtornos ao tráfego de embarcações. Pelo menos 600 mil pessoas foram afetadas.

Em entrevista ao BandNews Amazônia 1ª Edição, o superintendente do DNIT, Orlando Fanaia, afirmou que início dos trabalhos depende somente do processo de licitação. (Ouça)

O Rio Amazonas (no trecho Manaus-Itacoatiara) e o Rio Solimões (de Coari a Codajás, Tabatinga, Benjamin Constant, Benjamin Constant e São Paulo de Olivença), serão os trechos estratégicos que receberão o serviço da dragagem.

De acordo com dados dos sistemas de monitoramento da Defesa Civil do Amazonas, em 2024 o período de estiagem deve ser adiantado em 30 dias e os impactos sentidos já a partir do mês de julho.

Apesar disso, o DNIT deve manter o início das atividades para setembro, já que a obra não será de forma emergencial, como afirma o superintendente. (Ouça)

O investimento previsto para esse projeto de infraestrutura está estimado em cerca de R$ 500 milhões destinado a um período de cinco anos.

O montante será utilizado para a contratação de empresas que realizarão os serviços de dragagem e supervisão nos trechos.

Da redação.

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