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Deputados opinam sobre mudanças na SSP e Dan Câmara sugere governador ou vice na pasta

Após a operação ‘Comboio’ que culminou na exoneração do general Carlos Alberto Mansur da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), deputados estaduais ligados a pauta de segurança avaliam que a nova gestão deve buscar mais investimentos e fortalecer o combate a organizações criminosas.

Durante coletiva à imprensa nessa quarta-feira (30) na Aleam, o deputado estadual Cabo Maciel (UB) defendeu que as investigações realizadas na pasta de segurança esclareçam os culpados pelos crimes.

Maciel defendeu que o general Mansur, alvo das investigações da PF e do MPAM, possa ter direito à defesa e disse que ele não deve ser confundido com Victor Mansur, seu filho:

 

 

Entre os desafios para a nova gestão da pasta, Maciel apontou que o interior do estado deve receber um foco ainda maior principalmente as regiões de fronteira:

 

 

Já o ex-comandante da Polícia Militar e atual deputado estadual Dan Câmara (UB) acredita que para melhorar a segurança pública no Amazonas a pasta deveria ter a chefia do próprio governador do estado ou do vice.

A opinião de Câmara foi dita após o político ser questionado sobre os atuais índices registrados pelo Amazonas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Dan Câmara foi comandante da Polícia Militar durante a gestão de Eduardo Braga. Na época, Omar Aziz era vice-governador e estava à frente da SSP-AM.

 

 

O deputado Delegado Péricles (UB) se disse surpreso com a operação que atingiu a alta cúpula da segurança pública no Amazonas.

Para Péricles, a nova gestão da pasta deve formular um plano de ação para a segurança do Estado e com uma maior eficácia contra organizações criminosas.

O deputado também disse que as mudanças na gestão da pasta deveriam ter sido feitas antes:

 

 

A operação Comboio foi realizada na última terça-feira (29) e teve como alvo membros da alta cúpula da segurança cúpula envolvidos supostamente com tráfico de drogas, além de crimes de extorsão, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e peculato.

A investigação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Amazonas (MPAM).

Por Ricardo Chaves

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