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Defesa Civil afirma que AM está preparado para possíveis efeitos do fenômeno La Niña

por Clara Toledo Serafini

 

Por Eros de Sousa

Em 2023, o fenômeno El Niño foi responsável por chuvas abaixo da média na Amazônia, o que causou uma seca histórica. Agora o segundo semestre de 2024 promete outro fenômeno inverso, o La Niña. Você sabe o que isso significa para a região?

A última vez que o fenômeno aconteceu no país foi de 2020 a 2023, período que o Amazonas enfrentou a maior cheia da história. Em 20 de julho de 2021, o Rio Negro ultrapassou pela primeira vez os 30 metros.

De acordo com a Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a previsão é que o La Niña tenha início entre julho e setembro de 2024.

Segundo o Meteorologista da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Leonardo Vergasta, o principal efeito do fenômeno é o aumento da frequência de chuvas na região. (Ouça)

O meteorologista também explica que mesmo que a cheia de 2021 tenha sido influenciada pelo fenômeno oceânico, ainda não há indícios de uma nova cheia histórica. (Ouça)

Ainda assim, autoridades do Amazonas já se preparam para o fenômeno. Segundo o Secretário de Defesa Civil, Coronel Francisco Máximo, o Amazonas está preparado para lidar com as possíveis consequências do La Niña. (Ouça)

Além do aumento de chuvas nas regiões norte e nordeste, o La Niña, por ser o processo inverso ao El Niño, pode causar estiagem intensa no sul do Brasil.

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