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BR-319: deputado lembra promessa de Mourão de comer boina se pavimentação não saísse

por Clara Toledo Serafini

 

Reportagem: Ricardo Chaves

Os deputados estaduais voltaram a defender a reconstrução da BR-319 e o alvo dessa vez, foi o ex-vice presidente da República, Hamilton Mourão.

O coronel reformado da Polícia Militar e deputado estadual Dan Câmara (Podemos) lembrou a promessa de Mourão feita em 2019, que comeria a boina se a BR-319 não fosse pavimentada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL): (Ouça)

A fala de Mourão foi feita durante uma palestra a empresários e políticos do Amazonas em um evento promovido por indústrias do estado.

Na época, ele declarou que comeria a própria boina se o ministro da Infraestrutura na época, Tarcisio de Freitas, hoje governador de São Paulo; o secretário Nacional de Transportes e o diretor do Departamento Nacional de Trânsito, não resolvessem a pavimentação da rodovia: (Ouça)

A seca severa reacendeu a discussão sobre a rodovia e vem sendo usada pela classe política para pressionar o governo federal pela pavimentação da estrada.

A Aleam também vem pressionando políticamente. Entre as ações anunciadas na sessão de terça, está a criação uma Frente Parlamentar em defesa do asfaltamento da rodovia.

No início do mês, o parlamento estadual aprovou uma moção de repúdio contra à ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva.

A classe política tem colocado na conta de Marina o transtorno logístico que passa o estado.

Em recente visita ao Amazonas e cumprindo agenda com o vice-presidente Geraldo Alckimin, a ministra rebateu as críticas ao recordar que ficou longe do ministério por 15 anos, período no qual a recuperação do trecho do meio da BR-319 não avançou: (Ouça)

No Amazonas, Alckmin anunciou que o Ministério dos Transportes criou um grupo de trabalho para analisar o empreendimento.

Durante o processo de licenciamento ambiental, que está em curso, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), avaliou que a obra poderia provocar a grilagem de terras ao longo da rodovia, impulsionar o desmatamento ilegal e a exploração de madeira.

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