Dezessete mortes suspeitas de chacina no Crespo completam um ano

Inquérito da Polícia Civil inocentou envolvidos sustentando confronto e legítima defesa, mas relatório preliminar do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), assinado pelo promotor da 61ª Promotoria de Justiça Especializada no Controle Externo da Atividade Policial (Proceap), João Gaspar, apontou que pessoas foram mortas sem terem pego em armas de fogo, retirada de cadáveres da cena da chacina antes da chegada da perícia e montagem de narrativa para dar licitude ao crime. No entanto, envolvidos seguem sem denúncia.

A colunista e jornalista Rosiene Carvalho conversou com o âncora Arthur Coelho sobre o assunto. Veja:

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