Caso Flávio: desembargador revoga prisão domiciliar de Alejandro Valeiko

Alejandro Molina Valeiko deve seguir para o presídio e cumprir 30 dias da prisão temporária. A decisão é do desembargador José Hamilton Saraiva dos Santos do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) divulgada na noite desta segunda-feira (7). 

A medida derruba uma outra decisão da desembargadora plantonista Joana dos Santos Meireles, divulgada no fim de semana, que solicitava prisão domiciliar para Alejandro por “questões humanitárias”.  

Ele é suspeito de envolvimento na morte do engenheiro Flávio Rodrigues encontrado morto no dia 30 de setembro no bairro Tarumã após participar de uma festa na casa do acusado no dia anterior em um condomínio de luxo.

Alejandro é enteado do prefeito de Manaus, Arthur Neto, e filho da primeira-dama do município, Elisabeth Valeiko.  

O acusado se apresentou na Delegacia de Homicídios e Sequestros. A defesa alega a inocência dele. “Se colocou à disposição da polícia e é o maior interessado em esclarecer os fatos. Ele não sumiu. Ele estava em tratamento de saúde por conta do vício das drogas”, afirmou o advogado Marco Aurélio Choy.

Ao sair delegacia Alejandro negou a autoria do crime. Na semana passada o prefeito Arthur comentou o caso e chegou a dizer que a residência foi invadida. Já a primeira-dama afirmou que Alejandro não cometeu o crime.

Outros acusados

Outras cinco pessoas tiveram a prisão decretada dentre elas o policial militar Elizeu da Paz Souza que é lotado na Casa Militar da Prefeitura de Manaus.

Com exclusividade, a colunista de política da BandNews Difusora, Rosiene Carvalho, teve acesso ao pedido de prisão do policial militar. Nele, o delegado do Distrito Integrado de Polícia (19º Dip), Aldeney Goes Alves, afirma que o policial é suspeito de “autoria ou participação” no homicídio de Flávio.

A defesa diz que o PM vai esclarecer os fatos.

Da Redação 

Foto: TJ-AM

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