Indígenas questionam laudo sobre morte de cacique no Amapá

O laudo sobre a morte do cacique Emyra Waiãpi é questionado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

A entidade pede que “as investigações sejam realizadas de maneira séria e responsável para que uma guerra e mais derramamento de sangue seja evitado”.

O laudo da Polícia Federal sugere que a morte do cacique ocorrida no dia 23 de julho, na Terra Indígena Waiãpi, no oeste do Amapá, foi por afogamento e não assassinato.

No fim do mês passado, índios denunciaram às autoridades públicas que garimpeiros invadiram a terra indígena e Emyra foi morto durante a invasão.

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), entidade que defende direitos dos índios no país, questionou a conclusão de peritos da Polícia Técnica do Amapá (Politec-AP) de que foi afogamento a causa da morte do cacique Emyra Waiãpi, cujo corpo foi encontrado no dia 23 de julho, na Terra Indígena Waiãpi, no oeste do Amapá.

Foto: Divulgação/IPHAN

compartilhe

Share on facebook
Share on twitter
Share on print
Share on email